O tema deste mês Pitaya, seu clube de calcinhas preferido, é o ócio: estamos exaustas e precisamos dele! Se você se identificou, vem cá que temos umas dicas!

A rotina é corrida: precisamos trabalhar (muito e bem) para sermos profissionais reconhecidas, precisamos estudar (e nos destacar) para termos mais oportunidades no mercado de trabalho, precisamos (ter e) criar filhos (de acordo com as melhores práticas). Também precisamos organizar a casa, manter uma vida social ativa, transar (e gozar sempre) e ainda malhar para nos mantermos saudáveis (e gostosas). Como não viver exausta?

Já faz quase um século que as mulheres começaram a somar o trabalho doméstico com uma carreira, e as cobranças sobre nós não mudaram: elas dobraram. Não tem dia de 24 horas que comporte todos esses afazeres. A tal da mulher independente do século 21 está claramente sobrecarregada

Se a exigência para cumprir todos esses requisitos viesse somente dos outros, de fora, conseguiríamos contornar. O problema é que a pressão também se encontra introjetada no âmago do nosso ser: quem não se pega de vez em quando querendo ser a mulher-maravilha, que dá conta do recado? De todos os recados. Aquela que morre de orgulho de não deixar nenhum pratinho cair nesse malabarismo de responsabilidades?

Então, perdoe-me, mas as obviedades precisam ser ditas: você pode descansar, amiga. O mundo não vai parar de rodar se você não fizer hora-extra no trabalho; ou se você não for na academia; nem se você decidir não ir no parquinho com seu filho. Tudo bem se você estiver muito cansada para transar, para lavar a louça ou para sair com as amigas. Eu sei que às vezes nem parece, mas a vida é sua e você pode escolher o que quer fazer. E o que não quer. 

No final das contas, delegar é uma arte (aperfeiçoada pelos homens, diga-se de passagem) que ainda precisamos dominar com mais destreza. Sempre podemos aceitar ajuda, claro, mas cabe a nós exigir o compartilhamento justo de responsabilidades. Cônjuges, familiares, colegas de trabalho, se todo mundo fizer sua parte, não fica pesado para ninguém. Talvez uma coisa ou outra realmente não seja feita, e a gente só precisa saber lidar com isso. Sem surtar.

Aí quando sobrar tempo para ficarmos tranquilas, curtindo o ócio absoluto, temos que saber aproveitar sem culpa. Que delícia ficar de bobeira no sofá, fazendo nada! Quem sabe um dia só assistindo séries bobas, de pijama, se alimentando de delivey? Uma tarde de massagem? Um banho de banheira beem demorado bebendo um vinho escutando música? Ou só dormir bastante, sem hora para acordar?

Talvez esses momentos de paz exijam que recorrentemente expulsemos pensamentos invasivos sobre o que “deveríamos” estar fazendo, cuidando ou produzindo. Tudo bem, autocuidado é treinamento. Mas não desista. Quem sabe assim nossas filhas, ou netas, conquistem de vez o direito pleno de não fazer nada de vez em quando!

Eu, particularmente, amo um dia de ócio maratonando séries que não me fazem pensar em nada. Mas só vale aquelas tramas de “desligar o cérebro”, bem bobagem, sabe? Ficam aqui algumas dicas:

Protagonistas mulheres

  1. Fleabag
  2. The Bold Type
  3. Valeria
  4. And Just Like That (Sex and the City)
  5. Just Call my Agent
  6. Casa de las Flores
  7. Jane the Virgin
  8. Grace and Frankie
  9. Bridgerton
  10. Gilmore Girls

Comédias de 25 minutos:

  1. The Office
  2. Parks and Recreations
  3. Superstore
  4. Friends
  5. Arrested Development

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